Para os leitores

Olá gente!

Hoje eu venho com uma dica para quem gosta de ler:

Uma rede social só para leitores! O Skoob é o lugar perfeito para você organizar sua leitura e conversar sobre aquele livro que você ama com outras pessoas que também são fãs. Eu descobri há algum tempo e tenho o meu ativo, o que tem me ajudado a manter minha meta de leitura e sempre aumentar a quantidade de livros que leio, sem contar que é um ótimo modo de não esquecer qual livro você quer comprar ou quer ler assim que acabar o que está lendo no momento.

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Vale lembrar que é possível também fazer trocas de livros, participar de sorteios, ganhar cortesias e muito mais. Não estou querendo propagandear o site, mas reconheço que é muito bom e graças a ele, estou sempre descobrindo novos livros para adicionar à fila de leituras.

De acordo com o próprio site, é possível:
– Adicionar pessoas e convidar os amigos para participar.
– Montar a sua estante de livros usando a busca de títulos.
– Marcar os livros que já leu, que vai ler, que está lendo e também os que abandonou…
– Marcar seus livros favoritos, os que deseja ter, os que já tem, os que são meta de leitura, os que emprestou e os que pretende trocar.
– Usando o Histórico de Leitura você pode escrever comentários e dar nota ao livro, passo a passo, enquanto lê.
– Classificar cada um dos seus livros usando a escala de estrelas: de uma a cinco.
– Escrever uma resenha sobre o que acabou de ler ou já leu e divulgá-la para seus amigos.
– Trocar livros
– Participar de grupos literários que gostam do mesmo tipo de leitura que você.
– Seguir seus seus autores e editoras favoritas.
– Seguir também pessoas que possuem gosto literários como seus e acompanhar todas as atualizações que elas fizerem.

Gostou? Então vai lá, se inscreve e boa leitura!

Dica de série

Olá, Mundo!

Iniciando 2017, quero deixar uma dica de série para aqueles que gostam de astronomia: Cosmos: Odisseia no Espaço.

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Cosmos é uma série sobre astronomia que foi originalmente lançada em  1980 tendo como apresentador o cientista e astrônomo Carl Sagan (1934 – 1996) e que foi refilmada em 2014 agora sob a apresentação do popular astrofísico Dr. Neil deGrasse Tyson.

Com uma única temporada, conta com 13 episódios nos quais Tyson (tido como o astrofísico mais pop da galáxia e que também é um divulgador científico e dramaturgo, tendo participação no filme Perdido em Marte, de 2015) explica de maneira simplificada e prazerosa o como se deu o desenvolvimento do conhecimento humano sobre as leis da natureza em escalas macro e micro, além de apresentar uma visão do universo que é conhecido atualmente.

Aqui no Brasil, a série foi ao ar em 13 de Março no National Geographic Brasil. Quem quiser ver pode visitar este link, que disponibiliza os episódios dublados em português.

Nos vemos na próxima postagem 😉

Retrospectiva 2016

2016 está acabando e há uma sensação coletiva de que está sendo um ano super longo e cheio de surpresas. Foi com essa sensação também que, depois de bastante tempo sem escrever, quis escrever uma postagem compartilhando aqui o que aprendi, não entendi e somente participei como espectadora, mas que gostaria de ter tido algum poder para fazer a diferença. Como uma retrospectiva comentada do meu ano, este não poderia ser um texto curto, então lá vai.

Já no começo deste ano, senti que meu mundo estava de cabeça para baixo, cheia de incertezas e medo, um medo absurdo do futuro, que nunca tinha sentido antes. Hoje, olho para trás e vejo a grande bagagem que 2016 me trouxe e percebi que este ano me serviu basicamente como um aprendizado, mais do que os tantos outros que já se passaram.


Aprendi que: Você pode construir dias incríveis com coisas simples.

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Terminei um relacionamento de 6 anos e ainda estou reaprendendo a passar bons momentos sozinha, mas já me vi várias vezes desfrutando de uma boa leitura no silêncio do meu quarto, gostando disso e ainda me perguntando há quanto tempo não passava um tempo de qualidade fazendo algo simples, sem a necessidade de correr imediatamente para o telefone ou o computador para contar tudo o que fiz.

Não é fácil deixar ir aquela pessoa que compartilhou conosco incontáveis memórias, aventuras e risadas. Acabar um relacionamento por causa do distanciamento provocado pelo modo de vida atual, que requer que saiamos de nossos países para conhecer o mundo, talvez doa mais do que em ocasiões em que as duas partes já não se suportam mais.

Mas, no fim, término é término e requer um recomeço. Esse recomeço nos custa muita força para seguir em frente e aprender outra vez a dizer “Eu” nas situações que dizíamos “Nós”.

E então, depois de 6 anos dizendo “nós”, me vi dizendo “eu”. Inicialmente, o “eu” tinha um gosto amargo, tantas boas lembranças manchadas pelo único momento em que tudo acabou, o momento em que eu virei “eu” outra vez. Até este momento, ainda acreditava que tudo na minha vida estava sob o meu perfeito controle. Foi exatamente aí que percebi que nós não temos como prever tudo o que nos acontecerá, mesmo que planejemos milimetricamente cada passo a ser dado; e foi por não ter planejado o término que descobri que, no decorrer do meu cotidiano gradativamente povoado apenas com “nós”, tinha desaprendido a estar sozinha, a ter meus pensamentos só para mim, a desfrutar das pequenas grandes aventuras do dia-a-dia e, principalmente, a passear sozinha.

Para preencher esse vazio, pouco a pouco comecei a voltar para meus antigos hobbies, que andaram meio abandonados, e ainda descobri outros que me fizeram pensar “poxa, por quê eu nunca fiz isso antes?”. Me redescobri nas heroínas dos meus livros, naqueles problemas de engenharia em que não conseguia me concentrar direito, nas pessoas com quem nunca falei por pura vergonha, nas caminhadas silenciosas em que observamos as pessoas à nossa volta, a moça que passeia com o cachorro, aquela nuvem em forma de coelho.

Cada momento em família se mostrou mais precioso. Cada dia guardava uma nova aventura, algo simples que eu poderia participar se quisesse. Hoje, eu sou cada vez mais “eu” e recomecei a aprender algo que eu já sabia ser possível, mas nunca tinha precisado colocar em prática tanto quanto agora: a construir dias incríveis com coisas simples. Aprendi a guardar expectativa e tentar descobrir uma utilidade para cada segundo que se passa no meu tempo. Hoje, termino meu dia com medo do que vai acontecer no dia seguinte, mas curiosa para saber o que eu posso fazer de diferente.

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Aprendi a: parar de procurar o erro nos outros e ver onde foi que eu errei.

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Nós temos uma grande tendência a nos isentar de toda a culpa até das menores situações e procurar algum bode expiatório que nos diminua a responsabilidade. Acontece que, ao nos isentarmos da culpa, não vemos nossos próprios erros e consequentemente não os corrigimos, ficando sujeitos criar um círculo vicioso que não nos permite crescer.

Volto ao exemplo anterior, em que só comecei a criar um novo padrão de vida quando percebi que o erro de assumir como absoluta uma existência de somente momentos “nós” estava em mim e que eu agora deveria começar a construir algo inteiramente meu, novo. Deixei de procurar a culpa do outro lado e reconheci minhas próprias fraquezas: foi exatamente neste momento que comecei a me sentir mais leve, pois detectei minha falha e tratei de começar a consertá-la da melhor maneira possível.

Outras ocasiões, agora no âmbito acadêmico, me serviram de apoio para confirmar a minha tese de que somente procurando minhas falhas e parando de transferir 100% da culpa para os outros eu poderia entender realmente o que estava acontecendo comigo e tomar alguma decisão sobre os meus problemas. Hoje, invisto mais tempo tentando alcançar o que creio ser melhor para mim do que me irritando com as atitudes dos outros.

Para não falar apenas de mim, já que esta é uma retrospectiva de 2016, é justo citar que também na política, todos os dias vemos pessoas culpando umas às outras por terem votado em Fulano, Beltrano ou Sicrano, digladiando-se nas redes sociais e esquecendo-se de algo muito simples: não importa quem votou em quem, pois a crise é nacional e só abrindo mão dessas picuinhas políticas de apontar apenas os erros alheios é que vamos poder resolver o problema geral. Não adianta culpar quem está do seu lado sem perceber que o seu candidato também se tornou réu em algum momento da história (aliás, é triste perceber que a quantidade de figuras públicas que mereçam confiança beira o zero).


Percebi que: mais do que nunca, as pessoas desperdiçam um tempo absurdo julgando as outras. E aprendi que: a vida nem sempre é preto no branco.

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Ao longo do ano, vi nas redes sociais acaloradas discussões e acusações de todos os tipos entre pessoas que não se conheciam e por temas que não seriam resolvidos da maneira com que estavam sendo tratados. Me ocorreu que as pessoas perdem tanto tempo julgando na Internet se alguém é bom ou ruim porque diz que apoia o aborto ou lê esse ou aquele livro, que muitas vezes perdem a grande oportunidade de guardar suas opiniões e crenças individuais para si mesmas e aproveitar para aprender algo novo ou construir melhores argumentos ou até mesmo sair para dar um passeio de bicicleta neste tempo em que estariam brigando com um ou outro indivíduo por conta de convicções que dificilmente serão mudadas.

Dou bastante enfoque para o tema leitura, pois, tendo ressuscitado o meu hobbie de estar sempre lendo alguma coisa, entrei em vários grupos de leitura e não foi uma nem duas vezes que vi pessoas desdenhando dos livros que as outras liam, só por achar que estas deveriam estar lendo algum livro proclamado clássico. Creio que ler deve ser um prazer, um momento para, como disse Bartolomeu Campos de Queirós, “povoar o silêncio”. Cada um lê o que mais lhe apetece, não cabendo a ninguém julgar se a leitura é de qualidade ou não, até porque quaisquer sejam os livros que leiamos, todos carregam algum ensinamento valioso para a vida, mesmo que seja apenas a grafia correta de uma palavra (o que pode render pontos ao redigir redações).

Foi em uma dessas situações que eu também me peguei discutindo com um rapaz, cujo nome já nem me faz falta, porque ele estava julgando os livros que os outros liam em meio a uma brincadeira em que deveríamos dizer qual o livro que estava mais próximo de nós naquele momento. Após perceber que de nada me adiantaria discutir, em um momento que deveria ser de descontração e interação com pessoas com o mesmo hobby que eu, com alguém que se crê melhor que os outros só porque lê esse ou aquele livro, finalizei meus comentários e direcionei meu tempo para algo mais produtivo. 

As pessoas precisam parar de coagir as outras a gostar das mesmas coisas que elas e compreender que é um direito de cada um discordar daquilo que é exposto quando a situação permite um sem número de tons de cinza. A vida nem sempre é preto no branco e se o livro que eu leio não machuca ninguém, isso me dá o direito de ler qualquer um que me apeteça e esteja disponível, afinal, existem livros de todos os tipos e todos eles foram escritos para o mesmo propósito: serem lidos por alguém.


O momento em que me senti mais lesada: quando políticos se uniram para aprovar as medidas  mais absurdas que já vi na vida. E percebi (e não gostei) que: às vezes não se aplica a afirmação “pior do que está não fica”

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Outro dia estava lendo um artigo no LinkedIn em que o autor defendia que as medidas tomadas pelo governo foram necessárias. Ao final da minha leitura já estava indignada a tal ponto que tive que tecer um comentário a respeito do posicionamento infeliz que foi tomado, pois creio que nenhuma medida que prejudica a maior parcela da população é benéfica.

Me senti lesada com a sentença que recebi, de trabalhar até depois dos 70 anos de idade, seguida pela triste realidade de que aqueles que precisam do sistema público de saúde ou de escolas gratuitas serão penalizados com a queda nos investimentos e na qualidade (que já não é boa) dos serviços públicos. Enquanto isso, seguem os benefícios políticos de transporte, aposentadoria e até mesmo vestuário que somados aos salários desta classe, ultrapassam e muito os ganhos de milhões de brasileiros.

Ao apagar das luzes de 2016, quando achávamos que a situação estava muito ruim, soube que aprovaram uma série de medidas para as companhias de telecomunicações que, juntas não só irão prejudicar os usuários, como também pretendem entregar de presente para empresas privadas o patrimônio público e perdoar dívidas milionárias. Como se fosse pouco, ainda aprovaram o fim do direito dos passageiros de viajar com uma mala nos aviões, permitindo apenas bagagens de mão. Esta última medida incomoda porque, por ser brasileira, sei que o preço das passagens provavelmente não sofrerá uma queda que justifique a ausência da bagagem: a partir deste momento, viajar será ainda mais caro.

Me sinto mais do que nunca decepcionada com a política brasileira. Guardo minhas esperanças para o ano que entra, na espera de que a nossa realidade melhore de alguma maneira e que possamos enxergar dias melhores mais à frente sem ter que pensar em imigrar para ter uma vida digna.

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Aprendi que: relaxar no meio de uma situação problemática pode ajudar a resolvê-la.

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Durante o ano letivo, me deparei com diversas situações extremamente estressantes. Em algumas delas, a minha melhor solução foi simplesmente deixar o problema de lado por algumas horas e voltar para ele depois.

Há momentos em que já estamos tão exaustos que não encontramos uma saída para as dificuldades que encaramos na vida; nessas horas caímos no desespero, nos sentimos encurralados e às vezes o mais prudente que fazemos, por incrível que pareça, é deitar e dormir ou ir ao restaurante da esquina para tomar um sorvete com um bom amigo ou o irmão, conversar, dar algumas risadas e voltar ao que nos afligia tanto, desta vez com a cabeça mais arejada.

Ficamos tão imersos nos nossos problemas que esquecemos de viver, o que é um hábito que termina por sabotar o nosso rendimento.

Vamos viver por mais dias felizes e provavelmente teremos mais problemas resolvidos. Já não dispenso mais aquele açaí em boa companhia pelo menos uma vez por mês durante algumas horas. São estes pequenos momentos roubados que coroam a minha semana quando tudo parece estar  de cabeça para baixo.


Percebi que: o ano novo e o Natal realmente são feitos por nós e não por alguma mágica que esperamos que aconteça.

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Termino minha retrospectiva com o meu mais recente (apesar de já tão pregado por tanta gente) aprendizado: o Natal é feito pelas pessoas que estão com com você; é o carinho, a consideração. Os presentes são supérfluos.

Sempre ganhei presentes no Natal mas, com o passar dos anos, fui percebendo que a graça do presente não é o objeto em si, e sim o empenho que foi dado para que ele chegasse às suas mãos. Este ano, além desta percepção, eu percebi que se não ganhasse absolutamente nada também estaria feliz. Feliz porque tinha perto de mim pessoas que se importam comigo. E o presente que gostaria de ter recebido seria, sem dúvida, que todos os queridos estivessem juntos. O meu Natal foi diferente, com uma parte da família em outro estado, mas foi exatamente isso que o deu um sabor agridoce e me fez perceber que o Natal é apenas mais uma data quando não estamos todos juntos, e presente nenhum compra este momento especial.

Foi exatamente esta reflexão que me levou a pensar sobre o restante do ano. O quê nós queremos para o nosso ano? Já começamos fazendo mil planos que quase nunca completamos. E se, pelo menos uma vez na vida, fizéssemos alguma das coisas que colocamos como meta? Este ano, consegui cumprir minha meta; já tenho outras planejadas para 2017. Não sei se conseguirei cumpri-las todas, mas sei que vou tentar, porque descobri que, realmente, o ano novo é feito por nós.

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Então, é com meus votos mais sinceros de boa sorte que deixo você, meu querido leitor que chegou até o final deste texto gigante, e digo que nos encontraremos em 2017 nas novas postagens (se a universidade deixar, mas é uma das minhas metas) que estão por vir.

Feliz ano novo!

 

 

Dica de filme

Procurando um bom filme para começar o fim de semana?

Que tal assistir Planeta dos Macacos – A origem?

O filme de ação e ficção científica conta como o macaco César, um filhote de chimpanzé de uma cobaia de laboratório que perde sua mãe ainda pequeno, se torna o líder de uma revolta dos macacos contra os seres humanos, a qual tem continuação no filme Planeta dos macacos – O confronto.

O enredo da história trata da inteligência fora do comum de César, que recebeu geneticamente os medicamentos em teste contra o mal de Alzheimer aplicados na mãe. Por causa disso o macaco foi criado pelo cientista Will Rodman (James Franco), que trabalhava no laboratório onde eram realizadas as experiências. A vida de César é confortável, até que um dia, ele defensivamente ataca um vizinho de Will e a justiça determina que seja levado a um abrigo de primatas, onde é engaiolado, sofre maus tratos, passa a ter contato com outros símios e, cada vez mais, se revolta com a situação.

É uma boa escolha para os que gostam de bons efeitos especiais (O filme foi indicado ao Oscar 2012 na categoria melhores efeitos especiais, mas perdeu a estatueta para A Invenção de Hugo Cabret, de Martin Scorsese) e histórias de ficção.

Ficha técnica

  • Direção:Rupert Wyatt
  • Elenco:James Franco, Tom Felton, Freida Pinto, Andy Serkis, Brian Cox, John Lithgow, Tyler Labine, David Hewlett, Sonja Bennett, Jamie Harris, Leah Gibson, David Oyelowo
  • Nome Original: Rise of the Planet of the Apes
  • Lançamento: 26 de agosto de 2011
  • Duração: 105 min
  • País: Estados Unidos
  • Classificação: 12 anos
  • Gênero: Ficção científica
  • Site Original: Visite
 Trailer

Concurso de Fotografias da UVM

Oi pessoal,

Passei para fazer um pedido!

Estou participando de um Concurso de Fotografias da Universidad de Viña del Mar, onde estou estudando, no Chile, e gostaria de contar com a ajuda de vocês!!

Para ganhar, preciso do maior número de Likes (Curtidas) na minha foto! Quer curtir, basta clicar na foto!

Tks!! 😉

Dica de leitura

Olá gente, depois de indicar Fallen, trago hoje na dica de leitura a série de livros Hush Hush, que trata do mesmo tema: anjos caídos e humanos.

Hush Hush é uma série que tem mais suspense que Fallen e também tem um enfoque mais sério no campo do romance. É composta por 4 livros, sendo que o primeiro, Sussurro (Hush, Hush em inglês), foi lançado em 2010. Sua autora é Becca Fitzpatrick e atualmente todos os livros estão disponíveis em português e no Brasil.

Gostei mais da seriedade de Hush Hush quando comparo com Fallen, mas as duas séries são muito boas; recomendo que todos leiam as duas.

Nesta série, Nora Grey, uma colegial certinha, conhece Patch Cipriano, inicialmente um bad boy assustador que guarda algum segredo desagradável, mas que depois se revela algo ainda pior e do qual Nora não consegue se afastar. Logo ela descobre que está envolvida em uma guerra entre anjos caídos e nephilins e terá que decidir qual lado ela apoiará.

Os livros

  • Sussurro

Livro um da série hush, hush

Nora é uma menina responsável. Aos 17 anos, ela tira boas notas e sempre avisa à mãe aonde vai e o que está fazendo. Nem mesmo garotos a fazem perder o foco nos estudos. Até porque, apesar das tentativas de sua melhor amiga, Vee, de lhe arrumar um pretendente, ela nunca se interessou por ninguém na escola. Pelo menos não até ela conhecer Patch, seu novo colega na aula de biologia. Patch parece estar em todos os lugares e saber tudo sobre ela. Seu jeito ao mesmo tempo sedutor e perigoso faz com que Nora fique imediatamente intrigada. E encantada.

É então que eventos estranhos começam a acontecer. Nora não sabe em quem confiar. Quando Vee conhece dois novos rapazes e tenta arranjar um encontro, as coisas só pioram. Em sua busca por respostas, Nora está prestes a se descobrir no centro de uma batalha ancestral entre seres imortais e anjos caídos. Sim, os anjos estão entre nós. E nem todos estão interessados em atividades celestiais.

  • Crescendo

Crescendo

A vida de Nora Grey ainda está longe de ser perfeita. Sofrer uma tentativa de assassinato não foi a melhor das experiências, mas, pelo menos, Nora ganhou um anjo da guarda: Patch, que de angelical não tem absolutamente nada. Ele é lindo, irresistível, misterioso… e está com ela. O problema é que ele sido cada vez mais evasivo, e, o pior: parece muito interessado na grande inimiga de Nora, Marcie Millar.

Não fosse isso, Nora jamais teria notado Scott Parnell, velho amigo da família que acaba de voltar para a cidade. É impossível não se sentir atraída. Lá no fundo, porém, ela tem certeza de que ele guarda um segredo.

Atormentada por repetidas visões do pai, inexplicavelmente assassinado anos antes, Nora quer descobrir o que realmente aconteceu, mas isso é muito arriscado. Algumas verdades ficam melhor mortas e enterradas — do contrário, podem destruir tudo em que você acredita.

  • Silêncio

Silêncio

Após o choque de acordar em um cemitério e descobrir que ficou desaparecida por semanas, Nora não se lembra de nada que aconteceu nos últimos cinco meses. Para piorar sua situação, a jovem passa a ter conturbadas visões e é constantemente assombrada pela cor preta.

Ao tentar descobrir o que aconteceu durante esse período, pessoas perigosas, com poderes sobrenaturais, cruzam seu caminho. Nora não sabe mais em quem pode confiar, mas um estranho desconhecido, que mexeu bastante com ela, parece ter a chave para solucionar o mistério que a cerca.

  • Finale

Capa_finaleNora e Patch pensavam que seus problemas tinham ficado para trás. Hank estava morto, e seu desejo de vingança não precisava ser levado adiante. Na ausência do Mão Negra, porém, Nora foi forçada a se tornar líder do exército nefilim, e era seu dever terminar o que o pai começara – o que, essencialmente, significava destruir a raça dos anjos caídos. Destruir Patch.

Nora nunca deixaria isso acontecer, então ela e Patch bolam um plano. O objetivo deles é encerrar a guerra antes mesmo que ela venha a eclodir. Mas até mesmo os melhores planos podem dar errado.

Para quem quiser mais informações, pode visitar o site serie sussurro.

Quem quiser baixar pode tentar esses links:

Sussurro

Crescendo

Silêncio

Finale

Cursos gratuitos de astronomia

Olá, mundo!

Esses dias vi no site da revista Galileu uma postagem muito interessante a respeito de universidades que disponibilizam aulas gratuitas a distância para quem quer aprender algo na área de astronomia; há 7 opções diferentes para se escolher. Estou disponibilizando aqui o link de acesso para aqueles que se interessam pelas estrelas. Espero que se divirtam! Eu já vou escolher meu curso 😉

Astronomia: Uma Visão Geral I e II
Nos 50 vídeos que compõem as disciplinas, o professor João Steiner, do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da USP, passa pelos principais pontos que envolvem o tema. As aulas são em português.

Física Moderna: Cosmologia
O Veduca oferece uma série de cursos em várias áreas. A plataforma ainda libera quizzes e estudos de caso. Leonard Susskind, da Universidade de Stanford, explica Cosmologia em 15 horas de curso disponíveis no site. Os vídeos são legendados.

Fronteiras/Controvérsias na Astrofísica
As 24 aulas ministradas por Charles Bailyn, da Universidade de Yale, abordam temas como testes da relatividade, buracos negros, Big Bang e matéria escura. O curso tem 19 e é legendado.

Introdução à Cosmologia
Disponível gratuitamente no iTunes, o material — que inclui vídeos, áudios e arquivos de Power Point — dão uma visão geral da cosmologia moderna, incluindo discussões sobre estrelas, a Via Láctea, e evidências para compreensão do universo como ele é hoje. O conteúdo é em inglês.

Explorando Buracos Negros
Estudo do efeito físico como base para a compreensão da relatividade geral, astrofísica e elementos da cosmologia. Disponibilizado pelo MIT. Em inglês.

Vida no Universo
Criado pela Universidade Estadual de Ohio, o curso é uma introdução à astrobiologia para quem não é graduado em ciências. Debate questões fundamentais: como se originou a vida na Terra, se existe vida em outros planetas, e qual é o futuro (a longo prazo) da vida no universo. Em inglês.

Os Planetas
Esse é bem inusitado: trata-se de uma série de vídeos em que o cientista americano Carl Sagan explica a Terra, Marte e o Sistema Solar para crianças, em 1977, durante um especial de Natal. Vale a pena para quem busca uma explicação didática. Em inglês.

Fonte:
http://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2014/05/7-cursos-gratis-para-voce-aprender-astronomia-na-internet.html